março
12

MAIS UMA ESCOLA PÚBLICA CESSA ORAÇÕES APÓS INTERVENÇÃO DA ATEA

Pela terceira vez em menos de um mês, a atuação da entidade levou ao fim das orações em uma escola pública – desta vez, em Roncador (PR).
No último dia 12, dois alunos do Colég
io Estadual General Carneiro se recusou a levantar durante o pai nosso conduzido por sua professora no início da aula, e por isso tiveram que esperar do lado de fora até o fim da oração.

Indignado, seu tio procurou a entidade, que no mesmo dia enviou um ofício à direção do colégio apontando os motivos da impropriedade e da ilegalidade das orações e requisitando seu fim dentro do prazo de cinco dias úteis, sob pena das ações administrativas e judiciais cabíveis. No dia 16, recebemos resposta da escola o Ofício nº 23/2012:

“Vimos através deste informar a decisão do Conselho Escolar deste Estabelecimento de Ensino em relação a realização de orações dentro do Colégio, é a seguinte:

Ficam cessadas as orações do Pai Nosso neste estabelecimento de Ensino, a partir da presente data.”

Os casos anteriores se deram em Miraí (MG) (http://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/1070839-aluno-ateu-diz-que-foi-perseguido-por-nao-rezar-na-aula-veja-video.shtml) e Itapecerica da Serra (SP) (http://www1.folha.uol.com.br/saber/1072495-escola-publica-da-grande-sp-obriga-alunos-a-rezar-antes-da-aula.shtml). Os alunos afetados, ambos ateus, sentiram-se à vontade para relatar suas histórias na página da Atea do facebook, da qual são fãs. A entidade ofereceu suporte jurídico ao aluno de Miraí (pois foi o único que se dispôs a recebê-lo) e levou os casos à imprensa. As autoridades escolares tomaram ciência dos casos e imediatamente suspenderam as orações.

Deixe uma resposta